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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Uma varanda cheia de cor!

Hoje estamos colocando uma imagem que fizemos como proposta para um grande cliente da Mão e Formão, e que arrancou suspiros. É uma versão da linha Varanda, desenvolvida aqui na Esquema Inov., mas colorida! Uma varanda assim não fica muito mais cheia de vida?



até a próxima....
equipe Esquema Inov.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Page chair

Nós adoramos ideias boas e criativas. E por isso temos que compartilhar aqui esse post tão interessante, visto no criadesignblog.com. Vale a pena conferir!



O design o quanto mais simples mais chamará atenção de todos que tomarem conhecimento, só que, neste caso, além de simples é muito útil para não ter dificuldades nem problemas por sua estatura ser mais alta ou mais baixa.
A ideia do estúdio de design 6474 foi inspirada nos livros, onde passando suas páginas aumenta-se um lado e diminui-se o outro, fazendo com que a “chair pages"  se torne um literal livro para se sentar ao passo que suas páginas se tornem um acento mais alto ou menos alto, assim como também o encosto para as costas.
A “chair pages” aparece em vários conjuntos de cores, pois as páginas são feitas em tecido macio tingidos de diversas cores e feitos para terem harmonias entre si como na foto acima tem dois conjuntos de cores: azul, branco e azul, e rosa, branco e roxo.


fonte: criadesignblog.com

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Um café na mão e uma ideia na cabeça!

Aqui na Esquema Inov. o café é tão importante quanto uma boa música, e um monte de ideias. E com o frio chegando, além de funcionar como um estimulante criativo, o café ajuda a esquentar os dias gelados que já deram o ar da graça.

E vendo coisas interessantes na internet, não pude deixar de colocar essa ideia sensacional para café solúvel. Muito muito legal!! Créditos do post para designlov.com

um bom (e quentinho) final de semana!
Equipe Esquema Inov.




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Design de brinquedo!

Crianças se divertem com as coisas mais simples do mundo. Um pedaço de papel, uma caixa, qualquer coisa vira um brinquedo divertido com um pouco de imaginação. E em um mercado onde a tecnologia chama a atenção todos os dias, trazendo uma novidade cada vez mais incrível, um brinquedo de madeira nos chamou a atenção. Sim, o bom e velho carrinho de madeira! Uma ideia simples, bonita, que mostra que o design está aí, em tudo, para provocar, pensar, estimular....

"Os brinquedos de madeira não são apenas eco-friendly, mas escondem um encanto que remota aos carrinhos que as crianças de antigamente faziam elas próprias e que a melhor brincadeira era construir o carrinho, com ou sem a ajuda de seus pais ou avós.

Com a crescente onda dos brinquedos educativos e empresas sustentáveis esse tipo de brinquedo combina perfeitamente com o novo estilo contemporâneo, sem negar o passado e sem trair o futuro, porque, apesar da tecnologia desenfreada e brinquedos cada vez mais sofisticados acabam aqueles que levam à diversões mais genuínas são os brinquedos tradicionais.

Este carrinho de madeira tem material e modo de fabricação antigos (madeira e feitoartesanalmente à mão), mas uma proposta bastante moderna, já que apresenta partes modulares, multifuncionais e transformáveis. É composto de várias partes que podem ser adicionadas umas às outras para obter um veículo completo ou usados ​​em diferentes combinações, com resultados diversos.

O brinquedo está à venda no Etsy, na loja virtual TheShoppingMama."

Até a próxima, equipe Esquema Inov.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Conceito do design thinking entra na pauta da criação

Uma preocupação constante aqui na Esquema Inov. é desenhar produtos para as pessoas. Pode parecer que estamos dizendo o óbvio, mas por incrível que pareça não é bem isso. Hoje tem-se uma novidade tecnológica todo dia, uma inovação que vai mudar o mundo, uma máquina que vai produzir milhares de peças prontas em minutos. E a preocupação é desenhar algo onde a tecnologia possa ser a grande estrela. Mas e as pessoas? Onde ficam as nossas necessidades?

Estamos colocando uma matéria bem interessante que fala um pouco sobre isso, e nos faz pensar um pouco mais no caminho que o mercado está seguindo.


O conceito de design thinking está entrando no universo brasileiro da criação. O termo foi cunhado há cerca de cinco anos pela Ideo, empresa de design de Palo Alto, na Califórnia, para definir o método de inovação e design que foca na compreensão, por meio da observação direta, das coisas que as pessoas gostam ou não gostam, querem e precisam, ainda que elas não tenham consciência disso.

Há pelo menos três anos o design thinking vem sendo empregado por companhias inovadoras brasileiras em áreas que vão do desenvolvimento de produtos e serviços a processos de implementação de software e inovação social. A própria Ideo atende empresas brasileiras como a Positivo, que já desenvolveu quatro produtos com esta técnica, e o Itaú, que está conduzindo uma amplo esforço de inovação em diversas áreas.

Mas começam a surgir no país empresas especializadas, como a Design Echos, que atua na área de inovação social e desenvolveu um projeto para a Fundação Telefónica, e a MJV, que participa de alguns projetos do Itaú, desenvolveu para a Seguradora Mapfre um projeto de inovação em atendimento e serviços para segurados do ramo de automóveis, e está iniciando com a Mills um projeto para implantação do SAP.

Segundo Ysmar Vianna e Silva, presidente da MJV, o design thinking permite aplicar os processos que os designers utilizam no desenvolvimento de projetos para resolver problemas corporativos. Isso envolve buscar as necessidades das pessoas a serem impactadas pelo produto, processo ou modelo de negócio. "Trata-se de um mergulho em pessoas por meio de observação de etnografia, que é uma maneira de fazer pesquisa de antropologia cultural, diferentemente de pesquisas quantitativa e qualitativa", diz.

Em um projeto de design thinking, uma equipe multidisciplinar vai a campo para observar o comportamento das pessoas e interagir com elas. Desta observação são gerados insights e criados modelos multimídia. As ideias têm que passar pelo crivo da verificação, por meio da criação de protótipos que são validados com pesquisas de campo novamente.

A Design Echos teve o desafio colocado pela Fundação Telefónica de em oito dias coordenar o desenvolvimento do projeto para a sede do programa Lua Nova, que abriga meninas de rua que já são mães e estão em situação de risco social. O design thinking foi utilizado para coordenar o trabalho dos dois arquitetos e 12 estudantes de arquitetura que foram a campo conversar com as meninas e levantar todas as necessidades. "Usamos os conceitos de empatia, colaboração, co-criação e experimentação como preconiza o conceito, pesquisando o contexto das meninas. O objetivo era ter uma abordagem mais humana para projetar que soluções fariam sentido para elas", diz Ricardo Ruffo, presidente da Design Echos.

Na Mapfre o conceito foi adotado em uma estratégia de inovação e diferenciação. Segundo, Paulo Rossi, diretor de marketing, a ideia era acabar com a imagem de que o setor de seguros é uma indústria que 'não entrega o produto'. Para ele, muito dessa percepção negativa é porque as pessoas não sabem o que efetivamente contratam.

A empresa reuniu uma equipe de advogados, sociólogos, antropólogos, designers, atuários, profissionais de marketing e de desenvolvimento de produtos para conduzir o projeto Mapfre 2016, que vai consumir R$ 100 milhões em cinco anos. Essa equipe foi in loco verificar o que acontece quando o cliente precisa usar o seguro - observando o comportamento nos locais do acidente, em oficinas e nos reboques.

O primeiro projeto, o Traduzindo o Segurês, resultou em um modelo de apólice multimídia, com imagens e um kit de bolso com todos os passos que o segurado precisa dar a partir do momento do acidente. Outra iniciativa foi criar para cada um dos 1,5 milhão de segurados de automóveis uma página exclusiva na internet com private URL, com todas as informações referentes a sua apólice. O projeto entrou no ar em março e foi premiado com o Top de Marketing da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB).

Fonte: Valor Econômico