quinta-feira, 28 de junho de 2012
Uma varanda cheia de cor!
até a próxima....
equipe Esquema Inov.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Votação do Projeto de Lei sobre a Regulamentação dos designers no Brasil
Compartilhando essa importante notícia para nós designers!
Em 14 de março, um comitê de designers reuniu-se na Câmara dos Deputados para tratar do projeto de lei sobre a regulamentação da profissão (PL 1391/2011) que tramita na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público – CTASP.
O comitê – formado por Eduardo Meneses, presidente da Adegraf; Cláudia El-moor, diretora da ADG; Bruno Porto, membro do conselho da Sociedade dos Ilustradores do Brasil; Patrícia Weiss, membro da comissão de regulamentação da Adegraf – solicitou apoio ao deputado Efraim Filho, do DEM/PB, no andamento do PL, uma vez que, como relator da referida comissão, já emitiu seu parecer favorável pela aprovação, por acreditar ser importante e necessária a regulamentação dos designers no Brasil. Em outro momento, o comitê reuniu-se com o presidente da CTASP, o deputado Sebastião Bala Rocha, do PDT/AP, para solicitar a votação do PL na comissão. O comitê foi muito bem recebido pelos dois deputados, com boas perspectivas para o andamento do PL.
Depois de aprovado pela CTASP, o PL passa para a Comissão de Constituição e Justiça – CCJ com tramitação igual. Sendo aprovado nessa segunda comissão, a regulamentação já se tornará lei, sem necessidade de aprovação no plenário da Câmara.
Essa é a chance mais real de concretização da tão sonhada regulamentação na história do Design Gráfico do Brasil. A tramitação está simplificada, os deputados estão sendo receptivos, há um comitê representativo e mobilizado à frente do interesse da classe junto ao Congresso.
Nesse momento, é muito importante que todos os designers se unam mais uma vez em favor do futuro da profissão. Se você ainda não faz parte de uma associação, procure a entidade representativa no seu estado. O fortalecimento dos grupos organizados permitirá maior pressão junto àqueles que estão decidindo o futuro dos designers.
A votação acontecerá na próxima quarta-feira, dia 21 de março de 2012, a partir das 10h, na Câmara dos Deputados, Anexo II, Plenário 12.
Não fique de fora. Faça parte da história do Design!
Fonte: Associação dos Designers Gráficso do Distrito Federal (http://adegraf.blogspot.com.br)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
O que realmente interessa no design?
Há algum tempo estamos pensando em algumas coisas que vemos por aí. E parece que, falando em design, importa mais o nome do autor do que o conteúdo do produto. Parece que aqueles que tem o poder de formar opiniões criam conceitos maravilhosos para produtos,o que nem sempre traduz a realidade. E assim acabam esquecendo do que realmente importa, que é o conteúdo do produto.
Será que não é hora de mudarmos esses "valores" e darmos importância ao que realmente importa, e não levar uma vida de "aparêncicas"?
Vale a reflexão.....
um abraço,
equipe Esquema Inov.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Um móvel com um conceito Zen!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Um pouco de história do móvel brasileiro!

Enquanto no início do século XX as camadas mais abastadas da população brasileira dormiam em camas de ferro importadas da Inglaterra, ou em móveis de extremo luxo, com muitos ornamentos, geralmente fabricados sob encomenda, as classes mais simples possuíam as chamadas camas de campanha ou as redes para dormir.
Ainda no início do século o mundo vivia um período pós-guerra, o que dificultava a importação de produtos como os móveis da Europa.
É dentro desse contexto que Celso Martinez Carrera, um espanhol radicado no Brasil apresenta, em
A cama patente é quase uma adaptação das camas de ferro, mas produzida em madeira torneada, o que a faz lembrar os famosos móveis criados por Michel Thonet (1796 – 1871). Sua simplicidade formal, aliadas a funcionalidade e facilidade de produção e de montagem, possibilitaram a sua produção em série, com preços reduzidos.
Composta por um conjunto de 3 elementos distintos – cabeceira, peseira e estrado – é fácil perceber o motivo de seu rápido sucesso. Na cabeceira e na peseira, as almofadas que decoravam as camas tradicionais foram totalmente eliminadas, dando lugar a apenas um arco de madeira vergada. Os parafusos e encaixes foram substituídos por alças e contrapinos que agilizam a montagem. Já no estrado, molas de tensão e ganchos especiais impedem deformações e aumentam a elasticidade.
Ao longo dos anos, a Cama Patente evoluiu, ganhando novas versões, inclusive mais ornamentadas e almofadadas, perdendo a simplicidade do projeto original. Mas as versões mais simples da cama tornaram-se um grande sucesso em todo o Brasil, sendo vendidas nas principais lojas de departamento da época, como Mappin e Mesbla.
Celso Carrera não teve o cuidado de patentear sua invenção, a qual acabou sendo patenteada por um imigrante italiano, Luigi Liscio (1884 – 1974). Devido a essa patente, Carrera foi obrigado a deixar de fabricar a Cama Patente, que ele mesmo inventara.
Após constituir-se em um item básico do mobiliário brasileiro, a fábrica das Camas Patente funcionou
Um abraço e até o próximo post!
