quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Imagens produzidas para catálogo 2012!

O ano de 2011 ainda nem terminou, mas nossa agência já está trabalhando com os olhos em 2012. Durante os meses de Outrubro e Novembro desenvolvemos diversas imagens em nosso estúdio, que serão lançadas nos catálogos no início de 2012.

Os resultados mais uma vez surpreenderam, e por isso estamos compartilhando aqui algumas dessas novas imagens.



Um abraço e até o próximo post.
equipe Esquema Inov.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Design de brinquedo!

Crianças se divertem com as coisas mais simples do mundo. Um pedaço de papel, uma caixa, qualquer coisa vira um brinquedo divertido com um pouco de imaginação. E em um mercado onde a tecnologia chama a atenção todos os dias, trazendo uma novidade cada vez mais incrível, um brinquedo de madeira nos chamou a atenção. Sim, o bom e velho carrinho de madeira! Uma ideia simples, bonita, que mostra que o design está aí, em tudo, para provocar, pensar, estimular....

"Os brinquedos de madeira não são apenas eco-friendly, mas escondem um encanto que remota aos carrinhos que as crianças de antigamente faziam elas próprias e que a melhor brincadeira era construir o carrinho, com ou sem a ajuda de seus pais ou avós.

Com a crescente onda dos brinquedos educativos e empresas sustentáveis esse tipo de brinquedo combina perfeitamente com o novo estilo contemporâneo, sem negar o passado e sem trair o futuro, porque, apesar da tecnologia desenfreada e brinquedos cada vez mais sofisticados acabam aqueles que levam à diversões mais genuínas são os brinquedos tradicionais.

Este carrinho de madeira tem material e modo de fabricação antigos (madeira e feitoartesanalmente à mão), mas uma proposta bastante moderna, já que apresenta partes modulares, multifuncionais e transformáveis. É composto de várias partes que podem ser adicionadas umas às outras para obter um veículo completo ou usados ​​em diferentes combinações, com resultados diversos.

O brinquedo está à venda no Etsy, na loja virtual TheShoppingMama."

Até a próxima, equipe Esquema Inov.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Um móvel com um conceito Zen!

Uma das preocupações constantes em nossas criações é fazer com que elas possam, de alguma maneira, melhorar a vida das pessoas. É importante que os produtos sejam bonitos, atraentes, mas.... design é mais do que isso. É preciso ter conteúdo!

E um dos lançamentos assinados pela Esquema Inov. está surpreendendo todos nós pela aceitação das pessoas. Foi uma ideia bastante inusitada para o mercado moveleiro, e que nos deixou bastante apreensivos. Mas o resultado até agora é muito animador. O produto que estamos falando é a Jardineira Zen! Isso mesmo, uma jardineira, ou móvel para cultivar um jardim em casa.

Começamos a pensar nessa ideia há mais de um ano atrás, e esse conceito de jardim vertical era pouco conhecida. Hoje, alguns meses após o lançamento do produto pela Mão e Formão, já existem vários produtos "similares" no mercado.

Mas o legal desse produto é que ele foi criado para ser uma espécie de terapia. Isso mesmo! Pensamos em utilizar o cultivo de plantas como uma forma de aliviar as tensões do dia, e ter um contato um pouco maior com a natureza. E como hoje quase ninguém possui um jardim enorme em casa, nossa solução foi trazer isso para a varanda, através de um móvel.

Na jardineira é possível colocar diversos vasos, e cultivar flores ou temperinhos. É prático, bonito faz bem pra saúde. Quem não gosta de passar o tempo mexendo na terra, cuidando das plantas, relaxando...., sem falar nos benefícios que as plantas trazem para o meio-ambiente. E além disso, a jardineira possui um banco com almofada, que é perfeito pra sentar, descansar, meditar, relaxar e aproveitar a vida!

Uma ideia simples, um móvel bonito e um estilo de vida saudável!

Um abraço, equipe Esquema Inov.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Casa do futuro, móveis e sustentabilidade.

Sustentabilidade é uma palavra que está muito presente nas discussões que envolvem design, especialmente de móveis. Por isso, resolvemos compartilhar uma notícia interessante que fala sobre esse assunto.

É um conceito muito arrojado, que parece impossível de ser feito nos dias de hoje..... mas daqui há alguns anos, quem sabe! Vale para irmos pensando em fazer a nossa parte para preservar o futuro da nossa casa.

Imagine uma casa cujos móveis e eletrodomésticos cumprissem não apenas as funções originais a que se propõem, mas que também mantivessem-na “viva”, funcionando. Peças capazes de produzir energia e iluminação, reciclar o lixo, preservar os alimentos, facilitar a limpeza e ainda tornar a vida de seus moradores mais saudável. Parece papo de cientista louco, mas essa foi a premissa de um projeto apresentado durante a Dutch Design Week (que tomou conta da cidade holandesa de Eindhoven no final de outubro) que deu o que falar entre designers e arquitetos.

Para lá de experimental, o trabalho já chama a atenção pelo nome: Casa Microbiana, assim intitulado pois tenta reproduzir um ecossistema autossuficiente similar ao de muitos microrganismos. Na prática, trata-se de um sistema ecológico que se propõe areunir soluções para o problema do consumo (e do desperdício) de energia.

Criado pela equipe de design da Philips, o projeto tem como um dos princípios centrais a transformação do lixo e do esgoto produzidos dentro de uma casa comum em energia. Como um organismo vivo, o conjunto de mecanismos realiza ciclos entre diferentes ambientes, resolvendo uma série de questões comuns no cotidiano doméstico.

É o caso do biodigestor instalado na cozinha. Não só ele cumpre todas as funções de fogão e pia, como ainda transforma os resíduos sólidos do banheiro e o lixo orgânico em gás metano – que por sua vez vira combustível para o fogão e a calefação.

Outras soluções são igualmente surpreendentes. Há uma colmeia pensada para preservar a população de abelhas do mundo (que vem caindo), onde se produz mel sem colocar em risco quem a manipula. Ou a despensa para alimentos frescos, cuja temperatura é mantida em um nível ideal graças a um sistema que inclui circulação de água e ar pelas superfícies frias da cozinha.

Tudo é ainda muito conceitual. Mas são de projetos deste tipo que surgem, no futuro, as ideias que podem revolucionar o jeito como vivemos e lidamos com nossas casas, visando um melhor aproveitamento dos recursos naturais.

fonte: casavogue.globo.com

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Conceito do design thinking entra na pauta da criação

Uma preocupação constante aqui na Esquema Inov. é desenhar produtos para as pessoas. Pode parecer que estamos dizendo o óbvio, mas por incrível que pareça não é bem isso. Hoje tem-se uma novidade tecnológica todo dia, uma inovação que vai mudar o mundo, uma máquina que vai produzir milhares de peças prontas em minutos. E a preocupação é desenhar algo onde a tecnologia possa ser a grande estrela. Mas e as pessoas? Onde ficam as nossas necessidades?

Estamos colocando uma matéria bem interessante que fala um pouco sobre isso, e nos faz pensar um pouco mais no caminho que o mercado está seguindo.


O conceito de design thinking está entrando no universo brasileiro da criação. O termo foi cunhado há cerca de cinco anos pela Ideo, empresa de design de Palo Alto, na Califórnia, para definir o método de inovação e design que foca na compreensão, por meio da observação direta, das coisas que as pessoas gostam ou não gostam, querem e precisam, ainda que elas não tenham consciência disso.

Há pelo menos três anos o design thinking vem sendo empregado por companhias inovadoras brasileiras em áreas que vão do desenvolvimento de produtos e serviços a processos de implementação de software e inovação social. A própria Ideo atende empresas brasileiras como a Positivo, que já desenvolveu quatro produtos com esta técnica, e o Itaú, que está conduzindo uma amplo esforço de inovação em diversas áreas.

Mas começam a surgir no país empresas especializadas, como a Design Echos, que atua na área de inovação social e desenvolveu um projeto para a Fundação Telefónica, e a MJV, que participa de alguns projetos do Itaú, desenvolveu para a Seguradora Mapfre um projeto de inovação em atendimento e serviços para segurados do ramo de automóveis, e está iniciando com a Mills um projeto para implantação do SAP.

Segundo Ysmar Vianna e Silva, presidente da MJV, o design thinking permite aplicar os processos que os designers utilizam no desenvolvimento de projetos para resolver problemas corporativos. Isso envolve buscar as necessidades das pessoas a serem impactadas pelo produto, processo ou modelo de negócio. "Trata-se de um mergulho em pessoas por meio de observação de etnografia, que é uma maneira de fazer pesquisa de antropologia cultural, diferentemente de pesquisas quantitativa e qualitativa", diz.

Em um projeto de design thinking, uma equipe multidisciplinar vai a campo para observar o comportamento das pessoas e interagir com elas. Desta observação são gerados insights e criados modelos multimídia. As ideias têm que passar pelo crivo da verificação, por meio da criação de protótipos que são validados com pesquisas de campo novamente.

A Design Echos teve o desafio colocado pela Fundação Telefónica de em oito dias coordenar o desenvolvimento do projeto para a sede do programa Lua Nova, que abriga meninas de rua que já são mães e estão em situação de risco social. O design thinking foi utilizado para coordenar o trabalho dos dois arquitetos e 12 estudantes de arquitetura que foram a campo conversar com as meninas e levantar todas as necessidades. "Usamos os conceitos de empatia, colaboração, co-criação e experimentação como preconiza o conceito, pesquisando o contexto das meninas. O objetivo era ter uma abordagem mais humana para projetar que soluções fariam sentido para elas", diz Ricardo Ruffo, presidente da Design Echos.

Na Mapfre o conceito foi adotado em uma estratégia de inovação e diferenciação. Segundo, Paulo Rossi, diretor de marketing, a ideia era acabar com a imagem de que o setor de seguros é uma indústria que 'não entrega o produto'. Para ele, muito dessa percepção negativa é porque as pessoas não sabem o que efetivamente contratam.

A empresa reuniu uma equipe de advogados, sociólogos, antropólogos, designers, atuários, profissionais de marketing e de desenvolvimento de produtos para conduzir o projeto Mapfre 2016, que vai consumir R$ 100 milhões em cinco anos. Essa equipe foi in loco verificar o que acontece quando o cliente precisa usar o seguro - observando o comportamento nos locais do acidente, em oficinas e nos reboques.

O primeiro projeto, o Traduzindo o Segurês, resultou em um modelo de apólice multimídia, com imagens e um kit de bolso com todos os passos que o segurado precisa dar a partir do momento do acidente. Outra iniciativa foi criar para cada um dos 1,5 milhão de segurados de automóveis uma página exclusiva na internet com private URL, com todas as informações referentes a sua apólice. O projeto entrou no ar em março e foi premiado com o Top de Marketing da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB).

Fonte: Valor Econômico


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Design e música sempre em nosso dia a dia!

Música e design são duas paixões que estão presentes de forma intensa aqui na Esquema Inov. Por esse motivo, resolvemos compartilhar esse post interessante de um blog que une nossas duas paixões em um produto.

"A música é uma arte que poucos dominam, pois os instrumentos sempre são um pouco difíceis de se aprender, ou são super pesados para treinar nas horas vagas, como por exemplo o piano.

A ideia de levar o piano para onde quiser é literalmente genial, e o “Flat Packing the Piano” é um piano para qualquer um que sonha em carregar o seu piano de calda para qualquer lugar, pois ele é literalmente um piano portátil.

O piano da foto foi arquitetado para ser dobrável, isso mesmo que está lendo! Ele foi projetado pelo designer milimetricamente com intuito que seja dobrável para deixar qualquer pianista muito feliz. O problema é se isso afetar a afinação do piano quando for utilizá-lo."

Fonte e Foto: You Saytoo

http://www.criadesignblog.com/